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Carlos Ruiz Zafón

foto_bioNão resisto a partilhar com os leitores algo que aconteceu hoje e que me deixou muito satisfeito. Conheci Carlos Ruiz Zafón, um dos meus escritores preferidos da actualidade, um catalão, autor do megasucesso A Sombra do Vento. Zafón anda a promover o seu mais recente livro (mais um dos quatro planeados para retratar o Cemitério dos Livros Esquecidos) pelo Reino Unido e pela Irlanda. Hoje esteve em Dublin a propósito da versão inglesa de “O Jogo do Anjo”.

No final da sessão, em que falou de várias coisas, sobre A Sombra do Vento ou Barcelona, por exemplo  (ver mais abaixo uma complição dos momentos mais interessantes), estive um pouco à conversa com ele, tendo-lhe falado da Póvoa de Varzim e do facto dele não ter aparecido para receber o prémio Correntes d´Escritas que ganhou, salvo erro, em 2006. Para meu espanto, disse que se lembrava desse prémio e que só não foi à Póvoa porque estava a fazer um cruzeiro nesse sábado!  Prometeu que “um dia destes” lá iria. A ver vamos…

Julgo que não há nada melhor do que conhecer alguém que se admira e não sair defraudado desse encontro. Talvez por já ter visto várias entrevistas que Zafón concedeu, disponíveis no YouTube, o escritor foi exactamente aquilo que estava a contar: descontraído, bem disposto,  bem humorado, nada enfadado por ter de dar autógrafos a dezenas de pessoas. No final da nossa pequena conversa, despediu-se com um “Muito obrigado”. Devolvi-lhe o Gracias, Carlos!

Desde sempre que percebi que era da escrita que eu queria viver. Devia ter nove ou dez anos quando comecei a escrever. Eu e mais três amigos tinhamos uma espécie de sociedade, onde cada um desempenhava um papel específico. Eram histórias sobre o fantástico, sobre marcianos, coisas desse género. Um desses meus amigos era filho de um proprietário de uma livraria. Entao, o pai tinha uma Xerox, o que na altura era uma coisa mágica. Ter a possibilidade de duplicar uma folha escrita era algo fabuloso! O segundo amigo era responsável por fazer a capa do livro, enquanto que o terceiro trabalhava na venda. O certo é que durante algum tempo fizemos dinheiro. E sentiamos muito ricos, com aquelas moedas no bolso. Esta aventura literária só terminou quando um professor pegou nas histórias e, achando que estavamos a subverter as mentes de quem nos lia, ordenou que parássemos…

Aos 15 anos, tinha pronta uma obra de cerca de 700 páginas e queria muito editá-la. Contactei um editor que me disse para ter paciência porque eu era muito novo. Respondi-lhe: “Novo? Mas eu já tenho 15 anos!”. Hoje dou-lhe razão, e acho que um escritor tem de escrever milhares de páginas antes de pensar em submeter um livro a um editor a pedir para ser publicado. Aos 24 anos, quando publiquei o meu primeiro livro, achava que já ia com dez anos de atraso!

Quando A Sombra do Vento começou a ser um sucesso em todo o Mundo, passei a receber convites para apresentar a obra, falar sobre a minha escrita. E isso fez com que me desleixasse e acabasse por demorar sete anos até voltar a publicar. Este Jogo do Anjo demorou três anos a ficar concluído porque nos quatro anterios pura e simplesmente não fui capaz. Durante esse tempo, as pessoas perguntavam-me “Para quando um novo livro?”. Dizia sempre “Daqui por um ano”. Até que um dia alguém me disse o seguinte: “Pois, mas já disse isso no ano passado…”. Não sou bom a arranjar desculpas para justificar o meu desleixo, mas tenho vindo a melhorar (gargalhadas na sala).

Barcelona é como uma mulher fatal, perigosa, que gosta de se aperaltar toda. Barcelona é feminina, Madrid é masculino. Não sei bem explicar isto, mas até nem sou o primeiro a afirmá-lo. Hoje a cidade é basicamente sol e turismo, mas acredito que a verdadeira Barcelona é muito mais do que isso. Nos meus livros, Barcelona é mais uma personagem do que um lugar.

Depois de algum tempo a promover A Sombra do Vento, o governo alemão convidou-me para me retirar num castelo isolado para recomeçar a escrever. Aquilo ficava no meio de uma intensa floresta. Não consegui ficar lá mais de três dias! Com a ajuda de uma agricultora (que não falava inglês ou espanhol, e sem eu falar uma palavra de alemão), lá consegui arranjar que me levassem à estação de comboio e fugi daquele sítio!

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Comemorações do Centenário da Morte de Rocha Peixoto

comemoracoesA Câmara Municipal da Póvoa de Varzim organiza, nos dias 8 e 9 de Maio, um Colóquio que pretende assinalar o 1º Centenário da morte de António Rocha Peixoto (1866-1909), figura ímpar da geração da revista “Portugália”, pioneira da investigação e análise científica, com estudos relevantes nas áreas de arqueologia, etnografia, antropologia, ergologia e museologia. Para mais informações, e inscrições no Colóquio que vai decorrer no Museu Municipal poveiro, clique aqui.

O programa detalhado do colóquio está disponível também neste sítio. Poderá aceder a documentos, livros ou fotografias que fazem parte do acervo de Rocha Peixoto. São cerca de 488 as referências digitalizadas, num total de 4.000 digitalizações, sendo que 161 obras de Rocha Peixoto estão totalmente disponíveis através deste meio. O trabalho continua, sendo que vão ficar disponíveis a correspondência, os cadernos de apontamentos, desenhos e fotografias que neste momento estão em fase de estudo e tratamento.

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Um belo dia no Mundo

A minha primeira reacção a isto é: “Uau!”

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A Charlotte já está na mesa de cabeceira!

“Eu Sou a Charlotte Simmons” já está (finalmente) na minha mesa de cabeceira! Para começar em breve.

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Tom is back, again!

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Um dos meus escritores preferidos será sempre Tom Wolfe. Nos tempos do jornalismo enquanto curso superior, li sofregamente “Um Homem em Cheio” e “A Fogueira das Vaidades”. Desde 2004 que esperava que “I am Charllote Simmons” chegasse a Portugal (até Hooking Up, escrito três anos antes, chegou primeiro a terras lusas). Em vão. Esperei tanto que acabei por desistir e o espaço da leitura foi sendo ocupado por outros autores e outros livros. Soube hoje aqui que a Editora Dom Quixote se prepara para o lançar no mercado já este mês. Já tenho mais um motivo para regressar a Portugal. Com esta capa e este título, vai certamente ser alvo de muita curiosidade. Mas será que vai ser lido?

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Uma boa notícia pela manhã

309160Qualquer pessoa que tenha sido adolescente no início dos anos 90, não esquece facilmente a série MacGyver. Pelo que representava de diferente naquela altura na televisão portuguesa, mas também pela capacidade do personagem de Richard Dean Anderson em resolver, com um simples mecanismo de junção de objectos, uma situação muito complicada. Por isso, não deixa de ser digno de registo esta notícia. Só espero que, a realizar-se o filme, seja o verdadeiro MacGyver a aparecer e não uma figura de segundo plano.

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A sétima hora

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A RTP2 estreia hoje a sétima hora de Jack Bauer, em mais uma série “24″. Para mim, uma das melhores séries que alguma vez assisti, pela intensidade dos papéis (Chloe é a que mais admiro e é simplesmente uma das grandes actrizes da actualidade em Hollywood; e Kiefer Sutherland finalmente encontrou o papel da sua vida) e pela qualidade dos argumentos.

Tenho a felicidade de já ter começado a assistir à sétima temporada. Ontem vi o quinto episódio. Devo dizer que esta promete ser a melhor hora de sempre. Não vou contar como começa, porque pode retirar alguma graça a quem passar por aqui sem ter visto ainda o primeiro episódio, mas digo que uma série que influencia a forma de fazer política num país como os EUA só pode ser uma obra de arte.

O formato “24″ começou mal nos Estados Unidos. A primeira série não correu totalmente como o esperado, e só com a chegada da segunda é que conquistou definitivamente o público. Hoje é uma série de culto, tendo por ela já passado o “nosso” Joaquim de Almeida, no papel de mau da fita, evidentemente.

Para quem acompanha ”24″ e está habituado aos mesmos e imprescindíveis símbolos (como o toque do telefone, por exemplo), prepare-se para surpresas. Já agora, lembra-se de ter visto o Tony Almeida morrer?  

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Biblioteca da Póvoa de Varzim dá a conhecer “Vidas com Livros”

Inaugurada no passado dia 6 de Junho, “António Baptista de Lima e a Tipografia Camões” é mais uma exposição integrada no ciclo “Vidas com Livros”, promovido pela Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, da Póvoa de Varzim.

A mostra estará patente até ao próximo dia 31 de Julho no átrio da Biblioteca, com entrada gratuita. Antes disso, poderá passar por aqui e ficar a conhecer um pouco da vida deste tipógrafo e da sua tipografia, que assinala este ano o seu primeiro centenário.

Por vezes critica-se o facto de haver pouca oferta cultural nos meios mais pequenos, ou que apenas ocorrem grandes eventos em Lisboa e no Porto. Porém, a Biblioteca da Póvoa prova – mais uma vez – que com alguma imaginação e inteligência, é possível fazer algo diferente, ser criativo e original. Outros seguissem o mesmo exemplo, e teríamos mais motivos de interesse em Vila do Conde. Porque, na verdade, no capítulo da Cultura, a Póvoa de Varzim leva uma enorme vantagem em relação à sua cidade vizinha.

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Autarquia e Régio: um elogio

joseregio.jpgA importância que se atribui aos génios mede-se pelos actos que para com eles se tem. No passado sábado, o jornal Público dava destaque a um leilão que iria decorrer nesse dia na Junta de Freguesia do Bonfim, no Porto. Nesse leilão estariam cartas inéditas de José Régio ao poeta Alberto de Serpa, seu companheiro nas lides da Presença.

A notícia contava que, há uns tempos, a família de Alberto de Serpa tentou vender as cartas à Câmara Municipal de Vila do Conde por 150 mil euros. A autarquia recusou. A tentativa de venda fazia todo o sentido, já que a parte correspondente às cartas de Serpa a Régio já estavam na posse da Biblioteca vilacondense. A rejeição da Câmara acabava até por não fazer sentido.

Mas, por estratégia ou desinteresse, o certo é que, como as cartas chegaram a leilão, a Câmara de Vila do Conde não só conseguiu ficar com as missivas, como, numa lógica de gastar o menos possível, ainda partilhou a conta com a Câmara de Portalegre, local onde o autor de “Poemas de Deus e do Diabo” passou grande parte da vida.

Independentemente do valor real das cartas, ou do aspecto simbólico que hoje se atribui a tudo que diz respeito a Régio em Vila do Conde, o certo é que deixar escapar essa correspondência para as mãos de particulares nacionais ou estrangeiros seria uma machadada no estudo da vida do escritor. A autarquia está de parabéns. Só espero agora que haja quem esteja disposto a estudar esse material, de forma a que o que foi adquirido venha a valer mais do que vale, e evitar ficar por exposições de circunstância que acabam quase sempre por ficar aquém da expectativa.

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Correntes D´Escritas, dia 2 (actualizado)

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11h00

Sessão Oficial de Abertura de Correntes d’ Escritas

Assinatura dos Protocolos entre a Câmara Municipal da Póvoa de

Varzim e o Casino da Póvoa e a Papelaria Locus para atribuição dos Prémios Literários Casino da Póvoa Correntes d’ Escritas Papelaria Locus, respectivamente, para 2009.

Anúncio dos vencedores dos Prémios Literários Casino da Póvoa e Correntes d’ Escritas Papelaria Locus de 2008

Lançamento da Revista Correntes d’ Escritas VII, Dossiê dedicado a Eduardo Prado Coelho.

Local: Casino Da Póvoa

 

15h00

Conferência de Abertura

Marcelo Rebelo de Sousa

Tema: A Importância dos Livros

Moderação: Maria Flor Pedroso

Local: Auditório Municipal

 

17h00

1ª Mesa: Dar a Palavra à Voz

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Aurelino Costa

Carlos do Carmo

Juan Carlos Mestre

Manuel Rui

Manuela Azevedo

Ana Paula Tavares (moderadora)

Local: Auditório Municipal

 

19h30

Abertura da Exposição de Fotografias “Moçambique de Hoje”, de Luís de Almeida

Local: Biblioteca Municipal Rocha Peixoto

 

21h45

Exibição do Filme “Oxalá Cresçam Pitangas”, de Ondjaki e Kiluanje Liberdade, com a presença dos

realizadores

Organização: Cineclube Octopus

Local: Auditório Municipal

 

22h00

Lançamento de Livros:

Bricabraque e Horismós, de Mário Pinheiro

Eis a Dor, o que me resta, de Vicente Martín Martín

O Segredo da Trapezista, de Oscar Málaga Gallegos

Pecados de Intención, de Janet Nuñez

Quilómetro Zero, de Ivo Machado

 

23h00

Sessão de Poesia com poetas convidados

Local: Novotel Vermar

Actualização (14, 00 horas): Ruy Duarte de Carvalho venceu Prémio Correntes d´Escritas

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Junqueira em “destaque” n´O Primeiro de Janeiro

Medalha de Mérito Municipal atribuída a Manuela Azevedo

O presidente da Câmara de Vila do Conde entregou, na quarta-feira, pelas 16h30, nos Paços do Concelho, uma medalha de mérito a Manuela Azevedo, vocalista da banda de música «Clã». Este acto simboliza o reconhecimento do município à pessoa e artista, enquanto vila-condense e referência no panorama musical, promotora do nome de Vila do Conde a nível nacional e internacional. Os «Clã» contam já com 15 anos de carreira e quatro álbuns: «LusoQualquerCoisa» (1996), «Kazoo» (1997), «Lustro» (2000) e «Rosa Carne» (2004). Com Sérgio Godinho gravaram o álbum «Afinidades» (2001), e no final de 2005 Hélder Gonçalves e Manuela Azevedo integraram o colectivo Humanos.

Fórum recolhe visão comunitária

A melhoria das acessibilidades e a importância da existência de saneamento básico foram as questões mais levantadas pela população local interveniente, bem como a execução de um parque de lazer na freguesia, avançou Carlos Baptista.
Neste primeiro fórum para além dos junqueirenses, e como impõem o projecto, estiveram ainda presentes representantes da Câmara Municipal de Vila do Conde, na pessoa de Joaquim Ponte, o responsável pelo acompanhamento da implementação da Agenda 21 local no concelho, o executivo da junta de freguesia que organizou a iniciativa e técnicos da Lipor. A Lipor, que no fim da sessão recolheu todos os inquéritos realizados aos habitantes da freguesia, “está agora a tratar a informação para que daqui a mais ou menos uma semana divulgue os resultados obtidos com a definição dos objectivos, concluiu”.

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A Junqueira, por Manuela Azevedo

Em intensa actividade para promover o novo álbum “Cintura”, a junqueirense Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, esteve esta manhã em directo na SIC Notícias e no Rádio Clube Português. Nesta última entrevista, Manuela falou sobre a Junqueira e sobre o facto de gostar de viver na freguesia, ainda que de forma recatada e sem dar muito nas vistas. Afirmou que gosta de viver junto dos pinhais e admite que muita gente até nem saiba que mora ali, já que vai poucas vezes ao centro da vila.

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“Cintura”…

… assim se vai chamar o novo álbum dos Clã, liderados pela junqueirense Manuela Azevedo. O primeiro single, “Tira a Teima”, está disponível para ser ouvido no site da banda.

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Clã “tira a teima” no novo álbum

Uma das maiores bandas nacionais da actualidade – os Clã – está umbilicalmente ligada à Junqueira. Não sendo de somenos importãncia, a vocalista Manuela Azevedo é da freguesia! Por isso, tudo o que tenha a ver com a banda, diz respeito à Junqueira.

Serve esta introdução para justificar o texto: os Clã preparam para o final deste mês o lançamento de novo álbum, cuja primeira faixa – “Tira a Teima” – pode ser ouvida no site. Para completar dentro de dias.

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Recriar a Idade da Pedra

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Como viveriam as pessoas na Idade do Ferro? É para responder a esta pergunta que 80 figurantes vão recriar o ambiente vivido mais de um século antes do nascimento de Cristo, no próximo sábado e domingo, às 15 horas, na Cividade de Terroso. Este evento é também importante para Vila do Conde e, na parte que toca a este blog, para a Junqueira/ Bagunte, que partilham a Cividade. A proximidade temporal faz com que a representação que vai ocorrer em Terroso seja válida também para conhecer mais sobre a Cividade de Bagunte.

De acordo com o Gabinete de Relações Públicas e Comunicação da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, com cerca de 80 figurantes, devidamente trajados, vão-se recriar as tarefas e o dia-a-dia da população que viveu neste monte, onde se encontram vestígios dos mais importantes no noroeste peninsular para a compreensão da História no período anterior e posterior às invasões romanasO fabrico do pão, o trabalho do ferreiro, do oleiro, dos tecelões e a guerra permitirão compreender melhor a vida num período histórico tão longínquo.

Filed under: Cultura, Junqueira, Notícias, Póvoa de Varzim

A FESTA DOS 50 ANOS DOS ESCUTEIROS

Faça aqui o download do programa "A Nossa Terra", do dia 18 de Outubro, dedicado ao Agrupamento de Escuteiros da Junqueira

Compre o CD com centenas de imagens antigas e actuais dos Escuteiros e ajude o Agrupamento 131! Apenas cinco euros. Para mais informações, contacte-nos: junqueiraonline@gmail.com


As imagens da festa de encerramento das comemorações, a 13 de Setembro de 2009

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Três já assinaram o livro!

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