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CJ nos “Sublinhados” do Terras do Ave

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O Programa Polis, fez obra, só que, apesar de algum disfarce, não esconde os esgotos a serem lançados directamente no mar, numa terra que até ganha prémios de ‘Cidades Limpas’!! E sabermos que ainda teremos que esperar uma boa meia dúzia de anos !! (in Correio da Junqueira)

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“Poder e Comunicação Social local”, por Rui Silva

banner_terras.jpg Por isso, ao proprietário, ao director ou ao jornalista de um qualquer órgão de comunicação social não se pode pedir que “prescinda” dessas suas convicções.
Tal como ninguém, na sua actividade, pode querer “impor“ as suas convicções como sendo as “convicções” do órgão de comunicação.
Isto parece linear quando se fala a nível nacional.
Mas as coisas mudam de figura quando se fala a nível local!
Ora, as exigências de um órgão de comunicação local não podem ser menores relativamente a um órgão nacional. Pela óbvia razão que aquele não é “menor” que este!

Via Terras do Ave

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Compreender o CJ – terceira parte

im000381.jpgSerá mau, mas não será nenhum drama. Se o CJ morrer por falta de apoios, certamente que novos projectos informativos surgirão. Afinal, comunicar (bem) ainda faz falta e a Junqueira é uma terra que merece ter um órgão de informação próprio. Mas para que isso aconteça, também é necessária a envolvência de todos. Um jornal só existe com leitores, e os leitores só existem se existirem notícias interessantes para ler.

Julgo que um dos maiores problemas do CJ dos últimos tempos foi a falta de notícias sobre a freguesia. O que deveria funmcionar, não funcionou: um acordo com várias instituições para darem informações das suas actividades. Durou um mês esse acordo! Aquilo que poderia ser uma mais valia acabou por entravar o desenvolvimento do periódico. Nem os sucessivos apelos do director resultaram. Consequência mais imediata? O exagerado espaço concedido a textos de opinião num jornal com oito páginas e o alarmante espaço concedido a notícias (muitas delas com opinião pelo meio) de freguesias vizinhas.

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Compreender o CJ – primeira parte

O texto que Junqueira On-Line transcreve na íntegra sobre o Correio da Junqueira contém algumas das razões pelas quais o jornal chegou a esta situação. Há 25 anos, quando surgiu, o CJ respondia a um desafio: como levar a informação à casa de pessoas que não têm alternativa à televisão? Que não sabe o que se passa perto de si, na mesma freguesia? O Correio da Junqueira foi a solução também para emigrantes – e a freguesia continua a ter muitos.

Mas os tempos mudaram. E hoje não é mais possível ter um jornal local mensal. A informação circula muito mais rápido do que às vezes se imagina. E para um anunciante é muito mais eficaz ver a publicidade num jornal mais “conhecido” da localidade, do que num jornal mensal que vai para as casas directamente e não passa pelo quiosque nem faz parte das mesas dos cafés. Ainda assim, vale o mérito de todas as pessoas que integram a equipa dirigente do jornal, já que consegue captar anunciantes de qualidade. O problema é que isso não chega.

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Vila do Conde: concentração de rádios continua nas páginas dos jornais

Semana após semana, o tema “Rádio Linear/ Rádio Foz do Ave” é tema de colunistas vilacondenses. Desta vez é José Eduardo Lemos, deputado à Assembleia Municipal pelo PSD, versar sobre o assunto nas páginas do Primeiro de Janeiro. O texto intitula-se “Sapateiros que tocam rabecão“. Eduardo Lemos não escreve apenas sobre as rádios, mas amplia o tema aos jornais locais. Aqui ficam alguns excertos:

Anonimato

Aliás, o anonimato dos autores das notícias ínsitas no JVC obedece, também ele, a uma estratégia saloia de quem, perversamente, procura misturar informação com propaganda. O método é velho e está estafado. Pode enganar os mais ingénuos mas, cada vez mais, desacredita os seus autores e as suas intenções.

A ”responsabilidade” da Câmara

São outros os escribas que produzem as notícias publicadas no JVC e que têm, todas elas, uma única função: dar brilho ao Presidente e dar visibilidade às actividades da câmara. É esta a razão de existir das Edições Linear. Mesmo as notícias sobre os sucessos desportivos e culturais das associações, as variadas actividades escolares, enfim, todas elas têm apenas como finalidade mostrar como a câmara foi importante e como é imprescindível para os vila-condenses alcançarem êxito.

A mudança

Mas algo pode estar a mudar. Na passada semana, o JVC foi obrigado a publicar quatro “direitos de resposta” do PSD. E os boys que o dirigem levaram, ainda por cima, um valente “puxão de orelhas” na forma de uma “Recomendação” da Entidade Reguladora da Comunicação Social ao JVC o qual, segundo consta, “revela um padrão de comportamento susceptível de violar o conteúdo de um direito fundamental… o que constitui grave incumprimento das suas obrigações legais”.

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O Correio da Junqueira morreu?

Julgo que por estes dias esta deve ser a pergunta que mais incomoda as consciências junqueirenses. Informam-me que há dois meses que o Correio da Junqueira não sai. Fiquei esperançado, depois da última edição em que se discutia largamente a opção do Governo pelo fim do porte pago, que o CJ iria manter-se vivo, embora noutros moldes. O certo é que até hoje não foi dada qualquer explicação para o sucedido e ainda não consegui falar com o director do periódico. Espero mais (e não más) notícias para breve.

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“Incomodados?”, por Carlos Laranja

O Primeiro de Janeiro, suplemento de Vila do Conde, traz hoje mais um artigo de opinião sobre o pluralismo informacional no concelho (aliás, o facto de só os opinion makers continuarem a alimentar a história mostra como o tema é incómodo para quem menos devia ser – para os jornalistas). Agora é a vez de Carlos Laranja, deputado socialista à Assembleia Municipal, num artigo intitulado “Incomodado?” apresentar a sua versão dos factos e atacar o PSD local por ter levantado tanta poeira. Alguns extractos:

Política nas Associações?

Ainda recentemente houve eleições para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários. Para o Clube Fluvial Vilacondense também ocorreram há pouco tempo. Para o Rio Ave Futebol Clube idem. Para o Círculo Católico de Operários também. Para tantas outras colectividades, que bianualmente promovem eleições para os seus órgãos dirigentes. E nunca se viu aparecer nos tempos mais recentes qualquer dos dirigentes do PSD/Vila do Conde disponibilizando o seu tempo para servir a comunidade.

PSD/PS ou quem tem mais culpa no cartório

Claro que os dirigentes do PSD/Vila do Conde têm provas dadas (e que provas tão sectárias!) sobre a sua “isenção” na Comunicação Social vila-condense. Já muitos se terão esquecido da «Voz do Ave», mas basta acompanhar, quinzenalmente, o «Terras do Ave» para ficarmos elucidados.
Curioso é estarem muito preocupados com o facto de haver sócios-cooperantes das Edições Linear que são militantes ou simpatizantes do Partido Socialista, entre outros que nada têm a ver com o PS. E não o percebem pelo facto de na Cooperativa Terras do Ave serem só PSD’s!

Políticos nas Direcções Editoriais?

No fundo, todo este incómodo, revela o que todos sabemos: o PSD nacional nunca perdeu uma oportunidade de controlar os órgãos de comunicação social, e os senhores cá da terra pretendem seguir as pisadas dos seus dirigentes nacionais. Contudo, são tão fracos – ou pequeninos, como lhes chamava amigo que muito estimo – que até a Rádio Foz do Ave conseguiram perder!

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Terras do Ave: mais sobre o caso “Linear/Foz do Ave”

Principalmente ao nível da opinião, a recente ed~ição do Terras do Ave dá um enorme destaque ao caso “Linear/Foz do Ave”.

Mais de 1.000 contos por mês!, por Pedro Brás Marques

Comunicado, pela Cooperativa Terras do Ave Media

Pomada “Boneca”, por Rui Silva

Critérios do Poder, por Fernando Pinheiro

Rádio Foz do Ave nas mãos da Linear – PSD contra Negócio “antidemocrático”, notícia

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Dizer sem dizer

Dois artigos de opinião e uma notícia no Primeiro de Janeiro retomam polémica sobre o pluralismo jornalístico em Vila do Conde.

A 3.ª Divisão Série B

Isto só vem a propósito, porque me chamaram a atenção para uns artigos que, como vivemos numa terra de liberdade e de imprensa plural, com toda a legitimidade, foram escritos por um político da nossa praça sobre temas que pela sua importância são decisivos para o futuro da de Vila do Conde. Lá os fui ler.

Vitor Costa, Vereador da Câmara de Vila do Conde

Uma rádio fechada à Chávez

Este estilo de pessoas, que usam o poder de forma arrogante, desrespeitosa das opiniões contrárias, procurando que as ideias dos outros não cheguem, sequer, ao conhecimento da população, não merece consideração. Em defesa da Democracia, devemos estar atentos a tudo o que se passa à nossa volta e repudiar de forma veemente quem assim actua.

Miguel Paiva, ex-presidente do PSD de Vila do Conde

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Novos desenvolvimentos do caso “Linear/Foz do Ave”

O jornal Voz da Póvoa avança, na sua edição desta semana, mais desenvolvimentos do caso Rádio Linear/ Rádio Foz do Ave. Designadamente com declarações de Pedro Brás Marques – que denunciou a situação – e de Mário Almeida – acusado de pactuar com a concentração de meios de comunicação social sob uma mesma empresa.

Em declarações àquele jornal, António José Gonçalves, director da Rádio Foz do Ave, garante que a empresa vai manter a independência e isenção.

Já o PSD tem posição contrária.

“é sabido que as Edições Linear são a extensão comunicacional do Partido Socialista (PS) e da Câmara Municipal de Vila do Conde. A autarquia, por exemplo, deu ordens de pagamento a esta Cooperativa, só em 2006, no valor de 63 mil e 310 euros. Em moeda antiga, dá mais de mil contos por mês, algo de inimaginável noutros órgãos de comunicação social local e regional. Sabemos, também, que a rádio Linear nunca faz cobertura de eventos da oposição, e que o Jornal de Vila do Conde, além de publicar artigos anónimos, é dobrado na sede do PS e que nos seus documentos de cobrança está escrito como local de pagamento uma morada que corresponde à da sede do partido. São órgãos de informação oficiosos do PS e da Câmara Municipal, algo que, aliás, nunca esconderam. Ora, a Rádio Foz do Ave, ao nível radiofónico, era o último bastião da pluralidade em Vila do Conde, estando sempre presente em iniciativas e tomadas de posição do PSD e de outras forças políticas. Com esta aquisição o tratamento ‘linear’ vai certamente acabar com este resquício de democracia”.

Mário Almeida rejeita as acusações e garante que “é conhecido o respeito que a autarquia tem pela comunicação social, tendo sempre na devida consideração a sua isenção perante a exigência de informar, com verdade, os seus leitores e ouvintes”. Sobre o alegado pagamento da verba de 63 mil e 310 euros à Rádio Linear, a Câmara Municipal explicou que “apenas se limitou a pagar o que lhe era devido, conforme faz a outras rádios e jornais, assumindo os pagamentos de publicidade a anunciar eventos recreativos, realizações culturais, espectáculos desportivos, vendas de apartamentos, concursos para obras, anúncios para bares, e outras publicações obrigatórias”.

Por fim, o próprio jornal dá o veredicto na coluna “Conversa Afiada”…

O mercado manda em tudo e comanda as nossas vidas precárias. Nos tempos que correm, o Estado deve estar quietinho e não fazer ondas no mercado. Os cidadãos devem aceitar as regras do mercado como os dogmas de uma qualquer igreja universal. Nas delícias da economia de mercado, a concorrência é regra de ouro. Compra quem pode, vende quem quer. Quem não compra nem vende, vê passar os navios e fica à espera de um salário que para os patrões deve ser o mínimo possível e para os sindicatos o máximo que for conseguido. Vem isto a propósito de um negócio na área da Comunicação Social, recentemente concretizado para as bandas de Vila do Conde. A empresa proprietária da Rádio Linear adquiriu a Rádio Foz do Ave. Os compradores, ao que parece, são socialistas. Os vendedores não se sabe que cores partidárias defendem, mas é evidente que quiseram vender. Pelo menos não consta que lhes tivessem encostado uma arma ao peito. Portanto, funcionou o mercado. Mas o PSD de Vila do Conde não gostou do negócio. Moral da história: os socialistas adoram o mercado e as delícias do capitalismo e a direita em Vila do Conde anda de candeias às avessas com o mercado. É o fim do mundo em cuecas!

… E nas Luas e Marés

Quarto Minguante – Mário Almeida, presidente da Câmara de Vila do Conde, está debaixo de fogo da Oposição. A aquisição da Rádio Foz do Ave, segundo o PSD, foi concretizada por pessoas politicamente próximas do autarca vilacondense, e de outras que prestam serviços à Câmara Municipal de Vila do Conde. O PCP veio a público denunciar uma alegada “promiscuidade” entre a autarquia vilacondense e empresas que promovem o emprego precário. Mário Almeida tem razões para estar preocupado.

Filed under: Media, Notícias, Póvoa de Varzim, Vila do Conde

O unanimismo

Vila do Conde tem duas rádios. Ambas dirigidas por membros destacados do PS local. A Rádio Foz do Ave, não sendo perfeita e não tendo uma programação por aí além, é aquela que procura – com menos meios humanos e físicos - estar em todos os locais, dar notícia de todos os assuntos relevantes do concelho de Vila do Conde. Esse esforço de procurar alargar perspectivas deve-se muito a António José Gonçalves, director daquela estação. Pelo vistos, e de acordo com o PSD, a Entidade Reguladora da Comunicação Social deferiu o pedido da Cooperativa Edições Linear, CRL e de um seu cooperante, de adquirirem uma posição social na sociedade por quotas Rádio Foz do Ave, Lda.

Fico preocupado. Por motivos que não têm a ver com a política (esses ficam para quem tem de falar), mas sim com a própria comunicação social local e com a população que lê/ouve estes meios. Fico preocupado de cada vez que se atacam jornais, rádios e televisões por serem tendenciosos. Porque quem realmente perde é toda a população interessada. Há mais alguém que em Vila do Conde pense assim? Que pense que os meios devem ser imparciais? Que devem regular-se por uma atitude isenta, objectiva? Ninguém questiona o facto de quase todos os meios estarem nas mãos de partidos políticos de Vila do Conde?

Sobre este caso da Linear/ Foz do Ave, para quem conhece o que se passa em Vila do Conde já percebeu que nada disto é importante, nada disto conta realmente. É perigoso o caminho que estamos a percorrer neste campo. E é tanto mais perigoso se compararmos com os meios de comunicação social pujantes que temos na vizinha Póvoa de Varzim. Lá todos ganham. Quando alguém perceber isso, já estaremos longe.

Vila do Conde merece mais. Melhores dias virão.

Pelos vistos, aquilo que Pedro Brás Marques disse há umas semanas, no jantar em que também participou Marques Mendes, é mais grave do que se ficou a pensar depois de ler a “bandeira vermelha” que o Póvoa Semanário lhe atribuiu.

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“Fim” do Porte Pago

De entre a maioria das vulgaridades que todas as semanas vão surgindo nos jornais de Vila do Conde e da Póvoa de Varzim, eis que hoje vem no Voz da Póvoa uma declaração muito interessante de Renato Matos, presidente do PS local. Contexto: o jornal semanário faz uma reportagem sobre o “fim” do Porte Pago, decretado pelo Governo com o objectivo de eliminar injustiças e ajudar ao défice público.

O que diz Renato Matos? O também deputado municipal poveiro começa por afirmar que é a favor da nova lei que limita o Porte Pago e depois dispara a seguinte afirmação: Espero que esta medida não seja potenciadora da dependência da comunicação social local relativamente aos pequenos poderes porque, a acontecer, fica subvertido o importante e positivo papel que presta à comunidade.

Pego nesta afirmação e tento transpor-me para Vila do Conde. Até aqui, o Porte era Pago e nem por isso os jornais eram mais independentes face ao poder político. Bem pelo contrário. Parece-me é que a medida vai acarretar com mais despedimento, menos locais de trabalho, mas, sobretudo, menos qualidade jornalística. Isso já se nota bastante em alguns jornais onde a mistura entre publicidade e jornalismo é de tal forma gritante que deveria merecer uma reflexão por parte dos jornalistas. Atenção: não referi “profissionais da comunicação social” precisamente para não abarcar directores-a-part-time nem empresários de meia tijela disfarçados de patrões de títulos jornalísticos. O maior problema vai para jornais de dimensão reduzida como o Correio da Junqueira. Esse sim deveria ser ajudado.

Filed under: Junqueira, Media, Notícias, Póvoa de Varzim, Vila do Conde

O umbigo do PSD

A Bandeira Vermelha do Póvoa Semanário desta semana vai para Pedro Brás Marques, líder do PSD de Vila do Conde. Perante o presidente nacional, Brás Marques exaltou-se e lá mandou farpas ao jornalismo vilacondense. Há alturas em que mais valia estar calado. É que não convém esquecer o próprio umbigo.

Pedro Brás Marques aproveitou o jantar do PSD para se atirar contra os jornais e radios de Vila do Conde, sobretudo contra uma rádio que, disse, “ninguém ouve”. Uma grande indelicadeza até porque, na sala, havia um jornalista que trabalha nesse órgão de informação. Era escusado e desnecessário aquele “showzinho”.

Filed under: Media, Política, Vila do Conde

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Assinala-se hoje mais um Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Uma data cada vez mais necessária para relembrar que, um pouco por todo o lado, existem ameaças sérias ao trabalho de jornalistas, editores, directores. Seja em Nova Iorque seja em Vila do Conde.

Ameaças não só ao nível da censura, do corte, mas também ao nível da concentração de títulos debaixo de grupos económicos que tendem invariavelmente a diminuir o pluralismo. Veja-se a recente OPA hostil lançada pela News Corporation do magnata Murdoch sobre a empresa que detém um dos mais importantes títulos mundiais, o Wall Street Journal.

Em suma, os tempos são de vigiar os próprios cães de guarda. A liberdade de imprensa está ameaçada sempre que não se pode dizer a verdade porque não agrada a um anunciante. A imprensa está também ameaçada sempre que alguém não entende a liberdade de informar como um bem que custou a conquistar.

Filed under: Media, Notícias

Carlos Pinto Ferreira é director de um jornal?

Pelo que li aqui, o médico e benemérito da Junqueira, Carlos Pinto Ferreira, falecido há muitos anos, é o director do jornal Aguarela, publicado pela Escola EB 2, 3 da Junqueira que, curiosamente, tem como patrono o mesmo Carlos Pinto Ferreira… Estamos na época pascal, mas Ressurreição desta forma é que não estava à espera. (Para saber mais sobre Carlos Pinto Ferreira, pode ler o texto publicado aqui).

Aproveito para assinalar o excelente trabalho que os professores da escola têm produzido desde que fundaram o Aguarela. Na realidade, o projecto “jornalístico escolar” tem crescido a olhos vistos e já conquistou alguns prémios importantes (como aconteceu na sequência da iniciativa Público na Escola). Sem tirar mérito aos outros professores e aos alunos que fazem literalmente o jornal, permito-me a salientar o enorme trabalho do professor Abílio Santos no esforço de projectar este periódico.

Filed under: Educação, Media

A FESTA DOS 50 ANOS DOS ESCUTEIROS

Faça aqui o download do programa "A Nossa Terra", do dia 18 de Outubro, dedicado ao Agrupamento de Escuteiros da Junqueira

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As imagens da festa de encerramento das comemorações, a 13 de Setembro de 2009

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